MAR NEGROR
Sem leme, sem lume
navego no negrume
das ondasondasondasondas
sem sensor
eu sigo o seu leito de cor
seu suor
eu sugo o seu leite de cor
sem remo, sem rumo
penetro o fio do prumo
da sondasondasondasonda
sem sensor
eu singro o seu leito de cor
seu suor
eu sangro o seu leite de cor
POEMA DE GIL NUNO VAZ / SANTOS
Mirante n° 16 – ano de 1998
Revista Mirante n°79 – 30
anos – Retrospectiva – página n° 47
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