Aos trancos e barrancos
Aos caras de concha
Às bichas de tamanco
Ao manco cego
Ao ego
Ao buraco do dente
Ao tênis sem meia
À enxaqueca
Aos ecos do ão do Lenine
Às sarjetas
Aos ratos
À puta que pariu
Aos caras de concha
Às bichas de tamanco
Ao manco cego
Ao ego
Ao buraco do dente
Ao tênis sem meia
À enxaqueca
Aos ecos do ão do Lenine
Às sarjetas
Aos ratos
À puta que pariu
POEMA DE ISABELLE D’AVILA / SANTOS
Mirante n° 51 – ano 2005
Revista Mirante n°79 – 30
anos – Retrospectiva – página n° 66
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DEPOIMENTO
Quem se pronuncia em profundos delírios
o segredo de seu coração,
em alguns momentos, torna-se o momento fosco.
Não consegue consertar as palavras,
não consegue achar o caminho
certo,
pois só vive de sonhos,
esquecendo que o último segundo,
em meia volta do mundo,
é uma vida inteira de imensa satisfação ...
POEMA DE IRENE ESTRELA BULHÕES / SÃO
VICENTE
Mirante n° 50 – ano de 2005
Revista Mirante n°79 – 30
anos – Retrospectiva – página n° 65
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